O teste Oncotype DX proporciona valor considerável na prática clínica

Para pacientes com câncer de mama em estádio inicial, linfonodo positivo

O resultado do teste Oncotype DX Breast Recurrence Score prediz o benefício da quimioterapia para suas pacientes na pós-menopausa com câncer de mama invasivo RH+, HER2-, linfonodo positivo (1-3 linfonodos positivos), em estágio inicial, conforme demonstrado pelo estudo SWOG-8814.1 Dados do SWOG-8814 e do RxPONDER mostram que uma proporção considerável dessas pacientes pode ser poupada da quimioterapia.1-5

Benefício de QT expresso em porcentagem com base na probabilidade de recorrência a distância com e sem QT em 5 anos. O benefício de QT é considerado como “nenhum” para um benefício absoluto <1%.
*O benefício de quimioterapia para pacientes na pré-menopausa N1 com resultados RS® de 26 a 100 não foi formalmente avaliado num estudo aleatorizado. O benefício obtido da quimioterapia foi significativo para resultados de RS® de 0 a 13 e de 14 a 25 no estudo RxPONDER e supõe-se que o benefício é substancial para pacientes com resultado de RS® de 26 a 100.

Como o teste Oncotype DX ajuda a orientar decisões de tratamento?

O estudo SWOG 8814 estabeleceu o teste Oncotype DX® como preditivo de benefício de QT em pacientes na pós-menopausa com doença linfonodo positivo1. Os resultados iniciais do estudo RxPONDER acrescentam às conclusões do SWOG 8814 fornecendo uma estimativa refinada do benefício de QT em pacientes N1 com os seguintes resultados6:

  • Pacientes na pós-menopausa N1 com resultados Recurrence Score® de 0 a 25 podem ser poupadas da quimioterapia independentemente de parâmetros patológicos.6
  • Pacientes na pré-menopausa N1 com resultados Recurrence Score de 0 a 25 derivam um benefício de 2,9% da quimioterapia em termos de recorrência a distância como primeiro sítio de doença em 5 anos.6

O uso do teste Oncotype DX pode reduzir o risco de excesso de tratamento com a quimioterapia1,6

Uma grande proporção7-8 de pacientes na pós-menopausa com doença RH+, HER2- e linfonodo positivo recebem quimioterapia visto que a doença N1 é considerada de alto risco clínico devido a prognóstico pior9. Proporções médias de tratamento de quimioterapia sem teste genômico estão na faixa de 70% para essa população de pacientes7-8. O RxPONDER demonstrou que muitas dessas pacientes podem ser tratadas em excesso6, e o teste Oncotype DX pode ajudar a tomar decisões de tratamento informadas.


N1

O status linfonodal, apesar de ser de valor prognóstico, não prediz o resultado Recurrence Score e a biologia tumoral subjacente4


En general, el laboratorio Genomic Health (actualmente Exact Sciences) examinó 610.350* muestras tumorales desde febrero de 2004 hasta agosto de 20174
* En 43.912 muestras no se informó el estado de los ganglios


UTILIDADE CLÍNICA DO TESTE ONCOTYPE DX

Em suma, a quimioterapia adjuvante pode ser orientada com o teste Oncotype DX para identificar uma proporção significativa de pacientes com doença linfonodo positivo (com até 3 linfonodos positivos) que não podem se beneficiar da adição de quimioterapia.1,6


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O teste Oncotype DX Breast Recurrence Score deve ser usado para:

  • Todos as pacientes que tenham a possibilidade de serem poupadas da quimioterapia
  • Todos as pacientes que tenham a possibilidade de terem a vida salva com a quimioterapia

*Para pacientes com câncer de mama RH+, HER2- em estágio inicial, com até 3 linfonodos envolvidos

ABREVIAÇÕES
QT = quimioterapia;
HER2– = receptor tipo 2 do fator de crescimento epidérmico humano negativo;
RH+ = receptor de hormônio positivo;
LN = linfonodo;
N+ = linfonodo positivo;
N0 = linfonodo negativo;
N1mi = linfonodo positivo + micrometástases;
N1 = 1–3 linfonodos positivos (macrometástases);
RS = resultado Recurrence Score

REFERÊNCIAS
  1. Albain et al. Lancet Oncol. 2010.
  2. Stemmer et al. NPJ Breast Cancer. 2017.
  3. Hortobagyi et al. SABCS. 2018.
  4. Bello et al. Ann Surg Onc. 2018.
  5. Nitz et al. Breast Cancer Res Treat. 2017.
  6. Kalinsky et al. SABCS. 2020 GS3-00.
  7. Allemani et al. Int J Cancer. 2013.
  8. Zhang et al. Breast Can Res Treat. 2020.
  9. Tonellotto et al. Eur J Breast Health. 2019.
  10. Chen et al. Ann Surg Onc. 2007.
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